7 de agosto de 2011

A Poliana morreu. Ou está de férias...

 

A Poliana que existe dentro de mim sabe-se lá por onde anda. Desejo realmente que não tenha morrido definitivamente e esteja apenas dando um tempo. Por que eu vou te contar: eu estou muito insuportável!!!

- sem paciência com nada e com ninguém;
- tolerância zero;
- achando tudo e todos sem graça alguma;
- rezando para dormir e rezando para não acordar (meus sonhos sempre são muito mais legais e emocionantes que a vida real...);
- tentando conter a língua ferina que tem vontade de falar escancaradamente a verdade, doa aquem doer;
- enfim, com uma vontade enorme de explodir. E sinto realmente que isso vai acontecer a qualquer momento...

Eu gostaria muito de poder saber em que momento eu me perdi. Por que estava tudo muito bom e de repente...sei lá, penso que achar tudo ótimo e lindo não é normal também.

As pessoas me irritam, o mundo me irrita, eu me irrito. E como não posso me dar ao luxo (nem tempo tenho mais) de ter minha psicóloga semanal, o jeito é usar o blog para expor o que penso e tentar amenizar o péssimo momento.

Sorry...

23 de abril de 2011

Nada que te diz respeito

A letra da música não tem a ver com o meu momento mas é ÓTIMA. O ritmo e as vozes então....AMO!


Leva eu, leva eu, leva...
Leva eu, leva eu, leva...

Nada que te diz respeito eu consigo jogar fora
E o tempo que era pra levar traz existir
Carrego vivas na lembrança marcas de um passado
Que não vão embora
Nada que te diz respeito eu consigo jogar fora

O que é que eu vou fazer
Pra acabar com esse tormento
O que é que eu vou fazer
Pra por um fim nesse lamento
O que é que eu vou fazer
Pra te ver fora do meu mundo
O que é que eu vou fazer

Eu vou riscar seu nome do caderno
E vou rezar aos santos e orixás
Pra ver se um novo amor me acontece
E o seu que vá morar em outro lugar

O que é que eu vou fazer
Das as coisas que você deixou
O que é que eu vou fazer
Das as outras que você levou
O que é que eu vou fazer
Pra te ver fora desse mundo
O que é que eu vou fazer

Leva eu, leva eu, leva...
Leva eu, leva eu, leva...

Roupa de cama, taça de vinho
Descanso de prato e a TV e o disco de vinil
Porta retrato e na cama espaço
O laço, o abraço e o beijo que você partiu

Leva, leva, leva eu...
Leva, leva, leva eu...
Levou...

(Céu e Diogo Poças)

22 de março de 2011

Eu estou aqui...


Ei! Eu estou aqui sim. Ok, sei que ando sumida, ausente do blog e do mundo virtual que tanto me fez (e ainda faz!) companhia. Mas os tempo são outros...muitas mudanças. Trabalho novo, amigos novos, pessoas novas. Tudo isso para conhecer e explorar. 

Como estou cansada! E como estou feliz!

Troquei a área de engenharia civil pela engenharia mecânica; deixei de ser vendedora para me tornar compradora; troquei o salto alto e o perfume importado pela botina de segurança e pelo cheiro de fundição de alumínio; saí das ruas e fui para a fábrica.

É, a minha vida é assim mesmo, cheia de surpresas. Mas uma coisa não muda: a minha curiosidade pelo conhecimento e exploração de tudo o que é novo. Sempre!

6 de fevereiro de 2011

Filhos

(meus filhos Maria Eugênia e Gabriel)

Filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem.

Isto mesmo!

Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente na incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado.

(José Saramago)

23 de janeiro de 2011

Blog sobre filmes

A partir de agora vou compartilhar minha opinião sobre filmes em um blog destinado para esse fim. Minha filha teve a ideia, uma vez que é cinéfila de nascimento, e me convidou a colaborar.

Acessem: Notas sobre a Sétima Arte

21 de janeiro de 2011

Futuros Amantes



Não se afobe, não
Que nada é pra já
O amor não tem pressa
Ele pode esperar em silêncio
Num fundo de armário
Na posta-restante
Milênios, milênios
No ar

E quem sabe, então
O Rio será
Alguma cidade submersa
Os escafandristas virão
Explorar sua casa
Seu quarto, suas coisas
Sua alma, desvãos

Sábios em vão
Tentarão decifrar
O eco de antigas palavras
Fragmentos de cartas, poemas
Mentiras, retratos
Vestígios de estranha civilização

Não se afobe, não
Que nada é pra já
Amores serão sempre amáveis
Futuros amantes, quiçá
Se amarão sem saber
Com o amor que eu um dia
Deixei pra você

(Chico Buarque - Futuros Amantes)

Atreva-se!

É assim que eu estou me sentindo nesse início de 2011: mudando os padrões de comportamento, quebrando paradigmas.

P.S.: Vivaldi ao fundo é puro luxo.