13 de fevereiro de 2009

As coisas são como são. Ponto.

Tenho pensado muito nisso ultimamente: as coisas são como elas são, as pessoas são como elas são, a vida é como ela é. Ponto.

Muitas coisas podem ser mudadas. E eu acredito mesmo nisso senão não poderia aceitar a evolução do mundo e da espécie. Até por isso faço análise, estudo e pratico a doutrina espírita. Mas muitas coisas a gente não consegue mudar, muitas pessoas não conseguimos mudar. Ponto.

Nem por isso o mundo, o trabalho e principalmente as pessoas são menos desejáveis ou amáveis. Eu sinto que estou aqui, nesse planeta, nessa vida, exatamente para isso: para aprender, aceitar, respeitar e principlamente amar. Amar a mim mesma, meus filhos, meu namorado, minha família, meus afetos e desafetos. Independentemente de como eu e essas pessoas sejam. Ponto.

Perdoar e pedir perdão sempre. Ponto.

Fácil? Não, claro que não. Quem disse que seria?

Acho que aí está a resposta para o post anterior. Acordar angustiada sem nenhum motivo aparente. Como diz minha terapeuta: rebote de sentimentos guardados e mal resolvidos.

Perdoar. Amar. Aceitar.

Ser leve. Ser feliz. Ser livre.

Ponto.

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