29 de agosto de 2008

A Paz começa em casa



Não simpatizo muito com a prática de copiar textos para postar. Criei o blog para expressar os meus sentimentos e minha visão sobre o mundo, portanto idéias minhas, próprias.
Mas nesse caso o texto faz por merecer. Afinal, a internet é um meio de comunicação e tudo o que é bom merece estar presente.

Vamos lá...


10 Mandamentos para a Paz na Família


1.
Tenha fé e viva a Palavra de Deus, amando o próximo como a si mesmo;

2. Ame-se. Confie em si mesmo, em sua família e ajude a criar um ambiente de amor e paz ao seu redor;

3. Reserve momentos para brincar e se divertir com sua família, pois a criança aprende brincando e a diversão aproxima as pessoas;

4. Eduque o seu o filho através da conversa, do carinho e do apoio e tome cuidado: quem bate para ensinar está ensinando a bater;

5. Participe com sua família da vida da comunidade, evitando as más companhias e diversões que incentivam a violência;

6. Procure resolver os problemas com calma e aprenda com as situações difíceis, buscando em tudo o seu lado positivo.

7. Partilhe os seus sentimentos
com sinceridade, dizendo o que você pensa e ouvindo o que os outros têm a dizer;

8. Respeite as pessoas que pensam diferente de você, pois as diferenças são uma verdadeira riqueza para cada um e para o grupo;

9. Dê bons exemplos, pois a melhor palavra é o nosso jeito de ser;

10. Peça desculpas quando ofender alguém e perdoe de coração quando se sentir ofendido, pois o perdão é o maior gesto de amor que podemos demonstrar.

Fonte: (Pastoral da Criança - CNBB)

Vamos iniciar a prática e ver a mudança acontecer!

24 de agosto de 2008

Alimentação saudável: eu sou o que eu como.



Eu acho super engraçada a reação das pessoas quando digo que sou vegetariana. Sempre me perguntam: "se não come carne, o que você come então?" "Como assim, o que eu como?", eu respondo à pergunta. Penso que a minha indignação é maior...

Tudo começou quando eu descobri que a causa das minhas terríveis dores de cabeça eram resultado da minha ingestão de carne. E acabei descobrindo por acaso. Juntamente com a decisão de não comer mais nenhum tipo de carne, decidi também parar de fumar e de beber bebidas alcoólicas. Posso dizer sem medo que foi uma das melhores coisas que eu fiz por mim e minha família!

No começo, a adaptação. A gente começa a separar os restaurantes e a compra no supermercado passa por uma mudança. As receitas guardadas por anos são substituídas por outras novas. Os sabores vão mudando. Afinal, é preciso descobrir todas as opções de combinação de verduras, legumes, grãos, temperos. Hummm...que descoberta deliciosa!!! Já repararam na quantidade de cores dos alimentos? Tons de amarelos, vermelhos, verdes, roxos, liláses, marrons...um verdadeiro arco-íris. Imagine o que essas cores e sabores fazem dentro do seu organismo.

Depois vem a mudança do corpo. A digestão é muito mais rápida; a pele, os cabelos ficam mais gostosos ao toque, a transpiração também muda. E, no meu caso, consegui manter o peso sem o eterno efeito sanfona.

Hoje, depois de 2 anos e meio, está bem mais fácil e natural. Freqüento qualquer restaurante, churrasco com amigos sem medo de ser feliz pois existem várias opções de alimentos sem carne. Os meus filhos, aos poucos, sem imposição nenhuma da minha parte estão preferindo os alimentos mais saudáveis.

Eu adquiri a consciência de que devo tratar bem o meu corpo com uma alimentação saudável, muita água e exercícios. Bom...no que diz respeito aos exercícios eu preciso me disciplinar mais, ando um tanto preguiçosa...Mas eu chego lá!

Sem nenhuma apologia ao vegetarianismo: cada um deve encontrar o seu equilíbrio. Penso que o equilíbrio é que precisa estar presente em todos os setores de nossa vida.

Bom apetite!

22 de agosto de 2008

Meio ambiente: usando sacolas retornáveis.



Eu preciso descrever a emoção que senti na primeira vez que usei uma sacola retornável: saí do supermercado parecendo uma criança saindo de uma loja de brinquedos com vários presentes!!!

Fazia um tempão que eu arrastava a idéia de comprar algumas dessas sacolas. Até que chegou o dia em que eu adquiri uma e saí às compras. Foi emocionante!!! Hoje não consigo mais sair de casa sem minhas próprias sacolas.


Em muitos países desenvolvidos o uso de sacolas plásticas já é proibido pois esse material está entre um dos maiores problemas ambientais já que demora mais de 100 anos para se decompor causando muitos danos ao meio ambiente.


Dá para imaginar a quantidade de sacolas plásticas que saem de um único supermercado em apenas um dia? E depois, para onde vão? Para um aterro sanitário causando intoxicação em animais, poluindo rios e causando enchentes. Sem contar oas sacolas que ficam nas ruas entupindo os bueiros.


Precisamos das sacolas plásticas para armazenar o lixo. Mas na maioria das vezes a quantidade de sacola é muito maior que o lixo. A idéia é reduzir o seu uso, racionalizar.


Então vamos fazer a nossa parte! É muito simples: basta adquirir alguns exemplares. Algumas sacolas são muito baratas, resistentes e lindas!! Depois é só se disciplinar para não esquecer de levar a sacola para as compras.


Alguns lugares para adquirir:

- Grupo Pão de Açucar;

- Grupo OBA Hortifrutigrangeiros;

- Casa Hope Apoio à Criança com Câncer (além de ajudar o planeta ainda ajuda as crianças!!!) www.hope.org.br

- www.sacolaretornavel.com


Depois é só levar o mercado, feira, farmácia, shopping, etc...

Ainda há tempo!!

"É tão estranho", ela diz. "Passei a vida inteira batendo ponto, com horário pra tudo. Quando me aposentei, arranquei o relógio do pulso e joguei fora. Finalmente eu seria livre. Aí apareceu essa doença. Quando tive tempo, descobri que meu tempo tinha acabado." (Frase de Ailce de Oliveira Souza que morreu de câncer em 18/07/2008. Matéria da revista Época, n°535, 18/08/2008.)

Abro a revista Época dessa semana e dou de cara com um especial sobre Saúde e Bem-Estar: Morte. Entre tantas matérias relacionadas, a frase acima me chamou muito a atenção. Não somente pela constatação do fato chamado Morte mas por perceber que, coincidentemente, esse assunto vem me rondando como em tom de alerta: "Viva a vida da maneira mais leve, mais amorosa, mais saudável, mais rodeada das pessoas que ama. Não permita que o corre-corre diário tire sua paz, sua beleza, sua alegria, o seu amor pela vida!!!"

Imediatamente eu parei para recordar as palavras da palestrante no Centro na 6ªfeira que citou o Amor Incondicional como ponte para nos levar à verdadeira felicidade. Me recordei também de uma matéria que li num encarte no jornal de domingo onde uma pesicoterapeuta escreve que quando as pessoas estão em seu leito de morte ou já em idade avançada o que eles querem de verdade é somente fazer o tempo voltar para poder ficar perto das pessoas que amam.

E parei para pensar: "O que é que estamos fazendo com nossas vidas?" Ou melhor: "O que é que EU estou fazendo com a minha vida e com a vida das pessoas que me cercam?" Será que eu estou dando o melhor que posso? Será que tenho tratado as pessoas com amor, com paciência, com carinho para que possamos ter uma vida harmoniosa? E por mim e pela minha vida o que eu tenho feito? Tenho me perdoado quando erro? Tenho me alimentado de maneira correta para que meu corpo físico seja o mais saudável possível? Tenho praticado, ou pelo menos tentado com vontade, fazer o bem sem olhar a quem?

Respiro profundamente e percebo que não houve coincidência nenhuma nas informações que recebi e citei acima. É um alerta sim!!! Alerta para que eu tenha mais paciência e não seja tão ansiosa. Alerta para que eu aceite os fatos que ocorrem em minha vida sem ficar angustiada. Alerta para eu perceber se tenho feito o que realmente gosto. Vira e mexe me pego correndo, com horários apertados, prazos a cumprir, a eterna mania de querer abraçar o mundo com apenas dois braços, noites mal dormidas...Ufa!!! Tudo isso gerando stress e angústia! "Prá que tudo isso", eu me pergunto. "Por quê???"

Respiro mais uma vez profundamente...pego o meu som, coloco um CD com músicas apropriadas para meditação e me posiciono em meu E.V.A. Faço longas respirações até entrar em Swádhyáya, o auto-estudo. A música fica longe e agora ouço o meu corpo. "Legal", pensei com um sorriso no rosto, "meu coração está batendo direitinho! Ainda há tempo!!"

"Ah, Deus, chegar às portas da morte só para ver que nunca se viveu". (Thoreau, filósofo).

Definitivamente eu não quero isso para mim.

Está na hora de buscar o meu ponto de equilíbrio e descobrir o que realmente me dá prazer em estar viva!

A idéia.



Já faz um bom tempo que tenho vontade de escrever o que se passa pela minha cabeça. Sempre pensei muito e houve um tempo em que esses pensamentos foram desconexos.

Com o início da terapia há 4 anos, as idéias começaram a se conectar e fazer sentido. Em seguida iniciei a prática de Yôga onde, por mais que eu estivesse rodeada de pessoas, o olhar era para dentro de mim mesma na busca das respostas. Junto com as práticas veio a amizade com pessoas incríveis, em especial duas mulheres fantásticas, que estimularam mais ainda essas conexões pois tínhamos as mesmas angústias, tínhamos passados pelas mesmas decepções, algumas alegrias, portanto, o sentimento e as idéias eram os mesmos.

Nessa época a terapia era em grupo de amigos e a filosofia rolava solta em conversas sem hora para acabar. E chegamos a várias conclusões sobre o ser-humano, o sentir, o viver, o amar e o suportar. E é claro que surgiu a idéia de colocar no papel todas as nossas descobertas e transformá-lo num best-seller! Afinal, poderíamos auxiliar outras pessoas que estivessem precisando de ajuda e que, como nós, estavam em busca de respostas.

Enfim...agora decidi iniciar a escrita pois, penso demais em silêncio, falo demais em conversas sem hora para acabar.

Mãos à obra!!