3 horas atrás
3 de fevereiro de 2010
Ando apaixonada...
... pela presença dos meus filhos, juntos, em casa e as travessuras que fazemos;
... pelos livros: Quem me roubou de mim? - O sequestro da subjetividade e o desafio de ser pessoa, de Fábio de Melo e Nosso Lar, de Chico Xavier;
... pelas músicas Presente Passado da Isabella Taviani e Vou Adiante de Luiza Possi;
... por todas as músicas de Maria Gadú;
... pela Doutrina Espírita;
... pelo estudo da Pedagogia e ensino da Filosofia Espírita;
... pelo retorno ao Griots;
... pelo meu novo trabalho e seus desdobramentos;
... pelos amigos novos e velhos, nossas histórias e gargalhadas;
... pela Paz que a nova fase me faz sentir;
... por VIVER;
... pela VIDA!!!
Chuvas de verão
Acordei hoje cedinho com essa música na cabeça. Nem preciso escrever que cantei-a até agora...
Podemos ser amigos simplesmente
Coisas do amor nunca mais
Amores do passado, do presente
Repetem velhos temas tão banais
Ressentimentos passam como o vento
São coisas de momento
São chuvas de verão
Trazer uma aflição dentro do peito.
É dar vida a um defeito
Que se extingue com a razão
Estranha no meu peito
Estranha na minha alma
Agora eu tenho calma
Não te desejo mais
Podemos ser amigos simplesmente
Amigos, simplesmente, nada mais
Coisas do amor nunca mais
Amores do passado, do presente
Repetem velhos temas tão banais
Ressentimentos passam como o vento
São coisas de momento
São chuvas de verão
Trazer uma aflição dentro do peito.
É dar vida a um defeito
Que se extingue com a razão
Estranha no meu peito
Estranha na minha alma
Agora eu tenho calma
Não te desejo mais
Podemos ser amigos simplesmente
Amigos, simplesmente, nada mais
(letra de Fernando Lobo)
1 de fevereiro de 2010
Através do caminho
E esse vídeo eu assisti ao terminar a Integração, no final do dia, depois de uma super palestra com uma psicóloga:
Molde o seu dia
Asssisti esse vídeo hoje cedinho enquanto fazia minha Integração na Santa Casa de Valinhos:
29 de janeiro de 2010
Pholia 2010 - 20 anos
Comemorando os 20 anos do Pré Carnaval Oficial da cidade de São Paulo, a ABBC realizará nos dias 6 e 7 de fevereiro o desfile das Escolas de Samba e Blocos Carnavalescos: Pholia 20 anos!!
Saiba mais no site do Pholia
27 de janeiro de 2010
Estamos todos juntos - parte 2
Coincidentemente hoje recebi essas duas matérias falando sobre generosidade e altruísmo que podem complementar o post anterior. Ainda, na minha opinião, a generosidade pode ser despretenciosa ou narcisista ou vaidosa. Mas isso é assunto para outro post.
Em 2006, enquanto o escritor e empresário Kevin Salwen aguardava o semáforo em sua Mercedez Coupé, a sua filha adolescente, que também estava dentro do carro, via um mendigo pedindo esmola na rua.Tal fato impressionou tanto a garotinha que, a partir daí, ela começou a importunar os pais sobre a questão da desigualdade. Indignada, a mãe perguntou? “O que você quer que eu faça, vendemos a nossa casa”?
E foi isso que a família fez. Vendeu a casa de luxo, comprou uma mais modesta e doou metade do dinheiro para caridade. Para Kevin, quando a família se mudou para uma casa menor, eles ficaram mais unidos e se tornaram pessoas melhores. O acontecimento, no entanto, inspirou Kelvin e sua filha a ganharem dinheiro com isso. Neste mês de janeiro, eles lançaram o livro “The Power of Half”, que propaga o prazer egoísta pelo altruísmo. Segundo o jornal The New York Times, o altruísmo está ligado a prazeres primários como o sexo e comida.
2 - Atitude: Generosidade para todos
(leia matéria completa no site Planeta Sustentável)
Substituto do amor
Porque ser generoso é, antes de tudo, uma escolha. É diferente, por exemplo, do amor. Quando amamos, seja um filho, seja um companheiro ou um amigo, somos capazes de grandes sacrifícios. Sem nem pensar duas vezes, uma mãe passa a noite na cabeceira do filho doente. Mas, se a criança em questão não for nosso filho, não somos capazes do mesmo gesto. Comte-Sponville pergunta: se o mendigo na rua fosse alguém que amamos, recusaríamos a ajuda que ele pede? A generosidade existe, então, como substituto do amor, para os casos em que não sentimos amor - afinal, não escolhemos senti-lo. Precisamos aprender a compartilhar com desconhecidos como fazemos com as pessoas que amamos.
26 de janeiro de 2010
Estamos todos juntos
Tenho recebido algumas informações e solicitações de ajuda por e-mail, blog e twitter. São desabrigados, vítimas de enchente, famílias sem recurso, enfim, necessidades de todo tipo.
E eu sempre fico pensando em como está a vida das pessoas que prestam qualquer tipo de ajuda. Será que elas estão salvas? Será que elas estão fortalecidas? Será que quem ajuda não precisa de ajuda também? E me lembrei de um trecho de um livro que li recentemente:
E eu sempre fico pensando em como está a vida das pessoas que prestam qualquer tipo de ajuda. Será que elas estão salvas? Será que elas estão fortalecidas? Será que quem ajuda não precisa de ajuda também? E me lembrei de um trecho de um livro que li recentemente:
Uma vida limitada ao "eu" é realmente limitada. Mas os budistas ensinam que devemos nos ajudar antes de ajudar os outros. Por quê? Porque não conseguimos ajudar ninguém se não estamos bem. Até as companhias de aviação falam isso antes da decolagem, durante as instruções de segurança (aquelas que ninguém ouve). Os comissários de bordo dizem: "Em caso de queda de pressão da cabine, máscaras de oxigênio irão cair do compartimento acima. Certifique-se de colocá-las antes de ajudar os demais."
Aceite que você irá morrer tão rápido quanto qualquer um, não seja inocente em acreditar que você é melhor que os outros. Na vida, o aviso seria: "No caso de perda total de rumo de vida, certifique-se de colocar em ordem suas coisas antes de começar a dizer aos outros o que eles devem fazer." (adorei esse parágrafo!!!)
Essa é uma ilusão comum. Inclusive, tenho um exemplo em mente: Margaret trabalhava com desabrigados e passava muitas horas no abrigo colocando em ordem a vida das pessoas e dizendo o que elas deveriam fazer. Ela sabia onde encontrar comida e quem escolher para organizar as tarefas. No fim do dia, ia para casa, jogava-se em uma cadeira e bebia um uísque bem forte.
Fora do abrigo, a vida dela era um vazio. Ela conseguia ajudar as pessoas de modo prático, mas não conseguia ajudá-las (nem a si mesma) espiritual e emocionalmente. Margaret estava tão perdida e infeliz quanto aquelas pessoas; sua auto-estima estava ligada às coisas que "fazia", não ao que "era". Portanto, quando parava o que estava "fazendo", restava apenas o sentimento vazio, e ela ficava mal rapidamente; para lidar com isso, bebia. O problema estava no fato de ela se enxergar como sendo melhor do que aquelas pessoas em algum sentido; assim, se mantinha distante. No entanto, bem na frente dela, estava a salvação: se tivesse olhado ao redor e aberto a mente, perceberia que muitas pessoas no abrigo faziam de tudo para ajudá-la. Ela estava morrendo sufocada, pedindo para as pessoas colocarem as máscaras, sendo que não colocava a dela antes. Longe de mim falar que Margaret deveria parar de trabalhar com desabrigados; o que estou dizendo é que estamos todos juntos. No fim do dia, ninguém é melhor ou pior do que ninguém, somos todos iguais.
(do livro Não viva pela metade - Siga os desejos do seu coração, de A.C.Ping)
24 de janeiro de 2010
Mais, sempre mais!!!
Morar numa casa mais ou menos,
Numa rua mais ou menos,
Numa cidade mais ou menos,
E até ter um governo mais ou menos.
A gente pode...
A gente pode...
Dormir numa cama mais ou menos,
Comer um feijão mais ou menos,
Ter um transporte mais ou menos,
E até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro.
A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos...
TUDO BEM!
O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum...
A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos...
TUDO BEM!
O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum...
É amar mais ou menos,
Sonhar mais ou menos,
Ser amigo mais ou menos,
Namorar mais ou menos,
Ter fé mais ou menos,
E acreditar mais ou menos.
Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos.
Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos.
(Chico Xavier)
Eu quero ser MAIS!!!
20 de janeiro de 2010
Sobre o Amor e o Perdão
Sobre o Perdão:
Assisti uma palestra sobre Perdão no último final de semana. E sobre Perdão foi o meu post anterior.
No início a palestrante pediu para que pensássemos nas pessoas as quais não conseguimos perdoar, que nos fizeram mal e guardamos mágoa ou sentimos raiva. Fiquei feliz quando não consegui me lembrar de ninguém!! Claro que me lembrei de alguns momentos ruins. Mas nada que eu não tenha conseguido esquecer ou ainda sinta raiva. Simplesmente já passou.
No início a palestrante pediu para que pensássemos nas pessoas as quais não conseguimos perdoar, que nos fizeram mal e guardamos mágoa ou sentimos raiva. Fiquei feliz quando não consegui me lembrar de ninguém!! Claro que me lembrei de alguns momentos ruins. Mas nada que eu não tenha conseguido esquecer ou ainda sinta raiva. Simplesmente já passou.
Sobre o Amor:
No dia seguinte conversando com minha irmã eu falei que tenho dúvidas se realmente eu quero Amar alguém novamente pois a dor da perda é tão dolorida que não sei se vale a pena sentir a euforia do começo. Principalmente quando apenas uma das partes ama e se entrega.
Sobre o Amor e o Perdão:
E minha irmã me repondeu que Amar, assim como Perdoar, sempre vale a pena. Sai ganhando quem Ama e Perdoa. Sai perdendo quem não sabe Amar, quem não sabe Perdoar.
13 de janeiro de 2010
Sobre o Perdão
Foi um dos textos mais legais que já li sobre o Perdão. Vale a pena!
Um dos ensinamentos mais difíceis que podemos tirar das lições do MESTRE JESUS é o de perdoar àqueles que nos ofenderam, nos machucaram, nos causaram dor.
A regra é perdoar 70 X 7, mas como perdoar tudo isto se não conseguimos, ao menos, entender o processo que é o perdão?
Tudo o que as pessoas nos fazem de ruim, segundo a lei de ação e de reação, volta para elas.
Perdoar é não torcer para que eles sofram.
Perdoar é compreender que elas são tão falhas como nós mesmos, só que escolheram errar na tentativa de fazer algo certo.
Até quando uma pessoa quer se vingar, ela acredita que quer fazer o que é certo.
Tudo o que querem fazer de mal tem a justificativa de que é para o bem daquele que vai receber o castigo.
Perdoar é descer do pedestal e ver que estamos todos no mesmo chão.
Perdoar é entender que se outro errou é porque não conseguia fazer algo melhor.
Perdoar é compreender o erro do outro e relevar.
Relevar não nos obriga, necessariamente, a aprovar o que o outro fez de ruim, significa que podemos entender o que aconteceu, que não concordamos com o ocorrido, que doeu, mas que podemos entender, aceitar e perdoar.
Nós podemos.
Mas por que queremos manter o poder de quem nos faz mal?
Por que não destituímos os menos bons de seu falso reinado de maldade?
Por que não lhe mostramos que compreendemos o que eles fazem, que não aceitamos para nossa vida, mas que podemos entender os motivos que os levaram a errar?
Por qual motivo, definitivamente, insistimos em manter os ofensores em seus postos distintos de maldade?
Já está na hora de mostrarmos que eles erraram sim, mas que seu erro é compreendido.
O perdão não só alivia o nosso coração como envergonha àquele que nos atacou. Em um momento ou em outro ele terá consciência do mal feito e ficará muito avexado por ter, além de causado mal, recebido a nossa compreensão.
As pessoas nobres se fortalecem no medo que cultivamos de que elas sempre poderão nos fazer mal, mas, na medida em que começarmos a demonstrar que entendemos o que fazem qualquer intenção já estará, por si, descaracteriza. Porque quem faz mal, quer ver o nosso sofrimento e quando se depara com nossa nobreza em compreender e perdoar se enfraquece.
Quanto mais perdoarmos, menos fortes se sentirão os ímpios e mais ativos estaremos no exercício do bem.
Dê-se esta chance. Desconstitua o mal com a sua compreensão. Você pode.
A regra é perdoar 70 X 7, mas como perdoar tudo isto se não conseguimos, ao menos, entender o processo que é o perdão?
Tudo o que as pessoas nos fazem de ruim, segundo a lei de ação e de reação, volta para elas.
Perdoar é não torcer para que eles sofram.
Perdoar é compreender que elas são tão falhas como nós mesmos, só que escolheram errar na tentativa de fazer algo certo.
Até quando uma pessoa quer se vingar, ela acredita que quer fazer o que é certo.
Tudo o que querem fazer de mal tem a justificativa de que é para o bem daquele que vai receber o castigo.
Perdoar é descer do pedestal e ver que estamos todos no mesmo chão.
Perdoar é entender que se outro errou é porque não conseguia fazer algo melhor.
Perdoar é compreender o erro do outro e relevar.
Relevar não nos obriga, necessariamente, a aprovar o que o outro fez de ruim, significa que podemos entender o que aconteceu, que não concordamos com o ocorrido, que doeu, mas que podemos entender, aceitar e perdoar.
Nós podemos.
Mas por que queremos manter o poder de quem nos faz mal?
Por que não destituímos os menos bons de seu falso reinado de maldade?
Por que não lhe mostramos que compreendemos o que eles fazem, que não aceitamos para nossa vida, mas que podemos entender os motivos que os levaram a errar?
Por qual motivo, definitivamente, insistimos em manter os ofensores em seus postos distintos de maldade?
Já está na hora de mostrarmos que eles erraram sim, mas que seu erro é compreendido.
O perdão não só alivia o nosso coração como envergonha àquele que nos atacou. Em um momento ou em outro ele terá consciência do mal feito e ficará muito avexado por ter, além de causado mal, recebido a nossa compreensão.
As pessoas nobres se fortalecem no medo que cultivamos de que elas sempre poderão nos fazer mal, mas, na medida em que começarmos a demonstrar que entendemos o que fazem qualquer intenção já estará, por si, descaracteriza. Porque quem faz mal, quer ver o nosso sofrimento e quando se depara com nossa nobreza em compreender e perdoar se enfraquece.
Quanto mais perdoarmos, menos fortes se sentirão os ímpios e mais ativos estaremos no exercício do bem.
Dê-se esta chance. Desconstitua o mal com a sua compreensão. Você pode.
(Merit Rabanés)
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